F


.

educAÇÃO EMPRESARIAL

.


. .
 
.  
.

Leia minha entrevista no blog

LITERATURA CLANDESTINA

clique

.

CURSOS e PALESTRAS

 

ARTIGOS

FOTOS

VÍDEOS

 

ESTOU SEMPRE POR AQUI

 

ABRAÇO LITERÁRIO

CEIA LITERÁRIA

DOMÍNIO CULTURAL

JORNAL O REBATE

RECANTO DAS LETRAS

UBT - Fortaleza

 

IPUMANIA

AFAI  

CANTINHO DA DALINHA

IPU EM CRÔNICAS

jPMOURÃO .

OUTRA HISTÓRIA 

 

LINKS AMIGOS

 

INEZTEVES
ANA MARIA 

AUGUSTO CRUZ

CLÁUDIA BANEGAS

ÍTALA

LÍRIA PORTO

PAULO GURGEL
ROSELI

WANDERSON UCHÔA

 

. Arquivos

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 Amigos do LIVRO
 Dicionário UOL
 Oratória
 Dicionário Universal
 Dicionário INGLÊS
 Folha Online
 Gramática - Língua Brasil
 Gramática ONLINE
 JB blogs
 OBVIOUS
 POESIA, jornal de
 Por Trás das Letras
 Português é divertido
 Revista Língua Portuguesa
 UOL Jornais
 UOL Revistas
 USINA DE LETRAS
 - - - - - - - - -
 BBC
 Blog do conhecimento
 Blog da Yara
 Origem da palavra
 CITADOR
 DOMÍNIO PÚBLICO
 Blog da AFAI
 Resumo Político




Li por Aí
 


JUJUMENTO - Fonte: Diário do Nordeste - Ceará, 280609

política, senado, sacanagem



PHD - Poeta, Humorista e Didata - Airton Soares às 00h44
[] [envie esta mensagem
] []





TURMA DO CABEÇÃO - Fonte: Diário do Nordeste - Ceará, 280609

escola, aprendizagem



PHD - Poeta, Humorista e Didata - Airton Soares às 00h42
[] [envie esta mensagem
] []





Clique na imagem e sorva o (re) NASCIMENTO de paLAVRAS espirradas dos porões da alma de um poeta baiano

O BLOG IN (DEPENDENTE) E DE

CONTRA SENSO DE

ELENILSON NASCIMENTO

“Na antiguidade as catapultas eram usadas para lançar pedras ou dardos de grande tamanho contra tropas e/ou fortificações inimigas.

Hoje, mesmo com uma enorme torcida do contra, o ex-professor de literatura e escritor baiano Elenilson Nascimento usa a sua catapulta para espalhar flechas contra essa maré de alienação que aí impera – tirando poeira das suas valiosas estantes e gritando contra a massificação.



PHD - Poeta, Humorista e Didata - Airton Soares às 23h21
[] [envie esta mensagem
] []





HOJE na Folha de São Paulo

Atos secretos eram ordem de diretores, afirma funcionário

Servidor do Senado diz que publicação dependia de aprovação de Agaciel e Zoghbi

Testemunho contradiz a versão de Agaciel e da presidência do Senado de que a existência dos atos se trata de "erro técnico"

 

ANDREZA MATAIS

ADRIANO CEOLIN

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

 

As ordens para manter atos administrativos secretos no Senado eram do ex-diretor-geral Agaciel Maia e do ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi. A afirmação foi feita à Folha pelo chefe do serviço de publicação do boletim de pessoal do Senado, Franklin Albuquerque Paes Landim.

 

O testemunho contradiz a versão de Agaciel e da presidência do Senado de que a existência dos atos secretos se trata de "erro técnico". A descoberta dos atos secretos foi o estopim da mais recente crise na Casa.

 

Landim contou que recebia pelo telefone as ordens de Agaciel. Zoghbi, que despachava no mesmo andar, pedia pessoalmente. "Ele mesmo pedia ou mandava o chefe de gabinete."

 

Ele contou que guardava os atos secretos numa pasta e só os publicava quando recebia nova orientação dos diretores.

 

"Ele [Agaciel] mandava guardar. Dizia: "Esse você não vai [publicar]. Você aguarda". Com esse aguarda, às vezes mandava publicar, às vezes não. Podia ser amanhã, podia ser depois." Em alguns casos, disse, os atos ficaram guardados por "anos".

 

Com medo de ser o único responsabilizado pelo caso, Landim disse à Folha que não irá esconder a verdade porque apenas cumpriu ordens. "Tenho certeza de que não vou pagar por isso. Eu vou dizer a verdade. Eu não temo nada."

 

Enfrentando uma das piores crises desde que assumiu a Casa pela terceira vez, em fevereiro, José Sarney (PMDB-AP) usou nesta semana a tribuna para dizer que a responsabilidade sobre o escândalo não era sua. "Eu não sei o que é ato secreto. Aqui, ninguém sabe o que é ato secreto", afirmou.

 

Há quatro anos responsável pela publicação dos atos, Landim afirmou que recebia todos com um carimbo de "publique-se", mas que em seguida um dos diretores o procurava para determinar a data real de publicação. O servidor disse que "nunca" recebeu ordens de senadores para não publicar atos.

 

Em entrevista à Folha publicada no sábado, Agaciel disse, ao comentar o trabalho da comissão que apura o caso: "Se existiu algo, foram falhas na divulgação desses atos, e, se existiu falha, só essa comissão vai dizer. Mas eu garanto que ninguém pode afirmar que houve qualquer decisão sem o respaldo legal. O que se questiona é se foi publicado ou não".

 

Para Agaciel, "a falha é natural pela quantidade de informação, mas não houve ilegalidade e não tem ato secreto".

 

Agaciel ficou na Diretoria Geral do Senado por 14 anos. Foi indicado para o cargo por Sarney e só deixou o posto em março, após a revelação de que ele escondia da Justiça uma casa avaliada em R$ 5 milhões.

 

Já Zoghbi se afastou também em março da Diretoria de Recursos Humanos, confrontado com a notícia de que seu filho morava num apartamento funcional do Senado mesmo sem ser servidor da Casa.

 

Em sua maioria, os atos secretos criaram cargos, aumentaram salários e exoneraram parentes de senadores sem que isso fosse tornado público.

"Eu sou mandado. Ele era o diretor. [Dizia] "você faz aquilo, faz aquilo'", disse Landim. "Eu só faço publicar, quem nomeia é outro setor."

 

O servidor disse que nunca contou quantos atos foram guardados na pasta. E afirmou que nunca recebeu explicações sobre o porquê das ordens para não publicá-los.

Criada em 28 de maio, a comissão de sindicância que apura os atos secretos já contabilizou 623. O relatório só será apresentado na segunda-feira.

 

Integrada por três servidores, a comissão não tinha ouvido Landim até ontem à tarde. O grupo investiga os boletins produzidos desde 1995. A comissão foi criada pelo primeiro-secretário Heráclito Fortes (DEM-PI), ao ser alertado por servidores da Casa da existência dos atos secretos.

 

Antes mesmo que a comissão terminasse o seu trabalho, os atos foram publicados na intranet do Senado sem identificação de que haviam sido escondidos por anos.

O Ministério Público Federal investiga a publicação dos atos e avalia que os que não foram publicados na data correta têm de ser anulados.

 

Landim foi procurado pela Folha ontem à tarde. Ele despacha numa sala no décimo andar, onde fica a Diretoria de Recursos Humanos. A conversa se deu na escada de incêndio do prédio, para evitar que fosse interrompida.

 

 



PHD - Poeta, Humorista e Didata - Airton Soares às 11h42
[] [envie esta mensagem
] []





SANTO ANTÔNIO OU SÃO GONÇALO?

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Por Dalinha Catunda

“Meu querido Santo Antônio,
Vou lhe dar outra oportunidade
De me arranjar um marido.
E estou falando a verdade!
Ou vou apelar a outro Santo,
Que me faça essa caridade.

Há tempos que lhe recorro,
Sem ver nenhum resultado.
Pelo jeito o senhor anda
Desatento ou bem relaxado.
Quem sabe com tantos pedidos,
Foi deixando o meu de lado.

Acho que o senhor é mesmo,
Um santinho do pau ôco.
Eu peço, suplico, imploro
E o senhor de mim faz pouco.
Não atende o meu pedido
E eu continuo neste sufoco.”


(...)
.
.
Afinal, Santo Antônio ou São Gonçalo?
Mate sua curiosidade lendo, na íntegra, este belíssimo cordel.


- - - - - - - -- - - -- - - - - - - - - - - - - - - -
SE ENCANTE: CANTINHO DA DALINHA
- - - - - - -- - - - - - - - - - - - http://cantinhodadalinha.blogspot.com/



PHD - Poeta, Humorista e Didata - Airton Soares às 15h28
[] [envie esta mensagem
] []





Jornal da Paraíba, hoje

 



PHD - Poeta, Humorista e Didata - Airton Soares às 21h32
[] [envie esta mensagem
] []





Charge de Marco Aurério - Zero Hora -050609



PHD - Poeta, Humorista e Didata - Airton Soares às 23h10
[] [envie esta mensagem
] []





fonte: AMIGOS DO LIVRO

Poeta cabo-verdiano Arménio Vieira ganha Prêmio Camões

 

UOL - 02/06/2009 - Lisboa, 2 Jun (Lusa)

O júri do Prêmio Camões decidiu atribuir o troféu deste ano ao poeta cabo-verdiano Arménio Vieira. O poeta é o primeiro cabo-verdiano a receber o prêmio. Ele nasceu na cidade da Praia, na Ilha de Santiago, Cabo Verde, em 24 de janeiro de 1941. Além de escritor, é jornalista, com colaborações em publicações como o Boletim de Cabo Verde, a revista Vértice, de Coimbra, Raízes, Ponto & Vírgula, Fragmentos e Sopinha de Alfabeto.

Arménio Vieira foi redator no jornal Voz di Povo. O Prêmio Camões, criado em 1988 pelos governos português e brasileiro, distingue todos os anos escritores dos países lusófonos. Vieira é o 21º a receber o prêmio no valor de 100 mil euros, que já homenageou nomes como José Saramago, Pepetela ou Agustina Bessa-Luís.

Criado e financiado pelos governos de Portugal e do Brasil, o prêmio foi atribuído pela primeira vez em 1989 a Miguel Torga. O júri, em que Portugal foi representada por José Carlos Seabra Pereira, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e Helena Buescu, da Universidade de Lisboa, reuniu-se hoje num hotel do Rio de Janeiro para anunciar o resultado.

Em anos anteriores, o Prêmio Camões, considerado o mais importante da língua portuguesa, distinguiu os portugueses Vergílio Ferreira (1992), José Saramago (1995), Eduardo Lourenço (1996), Sophia de Mello Breyner Andresen (1999), Eugénio de Andrade (2001), Maria Velha da Costa (2002), Agustina Bessa-Luís (2004) e António Lobo Antunes (2007).

Quanto a autores brasileiros, já foram agraciados nomes como João Cabral de Mello Neto (1990), Rachel de Queiroz (1993), Jorge Amado (1994), Antênio Cândido (1998), Autran Dourado (2000), Rubem Fonseca (2003), Lygia Fagundes Telles (2006) e João Ubaldo Ribeiro (2008).

De Angola, foram premiados Pepetela, em 1997, e Luandino Veira, em 2006. O moçambicano José Craveirinha recebeu o Camões em 1991.

Ler mais: UOL 



PHD - Poeta, Humorista e Didata - Airton Soares às 20h40
[] [envie esta mensagem
] []





Higiene pecuniária

1/3 do PIB mundial é isento de micróbrios.
Antes de ser usado passa por uma
lavagem ULTRARRÁPIDA e eficaz.

Acertei... na ORTOGRAFIA?
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Airton Soares


PHD - Poeta, Humorista e Didata - Airton Soares às 20h32
[] [envie esta mensagem
] []





POSE.VIVO E ÓP.ERRANTE

Em alto e “bom” som...
Daqui não saio
Daqui ninguém me atira.

O que é que vamos fazer?
Pô!
Que droga!

- Qual drágea?
- Não tem remédio!
- Remediado está?
Droga!

Airton Soares



PHD - Poeta, Humorista e Didata - Airton Soares às 20h30
[] [envie esta mensagem
] []



 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]