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fonte: UOL - CIÊNCIA e SÁUDE
28/11/2009 - 08h00Timidez atinge cerca de metade da população, mostra estudoChris Bueno Especial para o UOL Ciência e Saúde Falar em público, declarar-se para a pessoa amada, apresentar-se em uma peça de teatro, enfrentar uma entrevista de emprego, começar em um emprego ou em uma escola nova... Essas são situações que causam algum grau de desconforto para todo mundo. A voz treme, o rosto fica vermelho, a pele parece queimar e até as pernas ficam bambas. Porém, os tímidos, o sufoco aparece em situações do dia-a-dia, prejudica relacionamentos e o desempenho profissional. A timidez não é uma doença, mas traz sofrimento como se fosse uma. Em um grau muito elevado, pode até causar reações psicossomáticas, como explica o psicólogo René Schubert: "Muitas vezes o indivíduo chega até a apresentar fenômenos físicos desta retração: começa a sentir-se muito ansioso, nervoso, sente calores ou frios pelo corpo, começa a suar muito, tem palpitações, gagueja ou perde momentaneamente a fala, tem dores musculares e sensações de mal-estar generalizado”. É assim que se sente Tiago Oliveira, 15 anos, em muitas situações. "Se tenho que apresentar um trabalho em sala de aula, eu preciso ficar me preparando antes, e mesmo assim na hora de falar sinto meu rosto queimar, começo a gaguejar e acabo esquecendo o que tenho que dizer". Tiago também diz que tem muita dificuldade em fazer amizades e passa a maior parte do tempo quieto, enquanto o resto da turma conversa e faz brincadeiras. “Demoro muito para fazer amizades. Fico ensaiando para tentar puxar conversa, mas na hora não vai”, diz. Ele não é o único. Aliás, ao contrário do que se pensa, a timidez é a regra, e não a exceção. Um recente estudo da faculdade de Windson, no Canadá, aponta que cerca de metade da população sofre com a timidez. Esse número aumenta consideravelmente ao se considerar que mesmo os mais desinibidos têm ao menos uma “crise de timidez” em algum momento da vida - até os mais extrovertidos podem tremer em uma entrevista para um emprego muito desejado ou ao se declarar à pessoa amada. Apesar de um pouco de timidez ser até saudável - ela torna o indivíduo mais cauteloso, menos impulsivo e mais atento - em excesso pode se tornar um problema sério. Pode impedir o relacionamento com outras pessoas, experiências novas e desenvolvimento no trabalho e na escola. “Quando a timidez alcança níveis em que a pessoa evita e se esquiva de trocas sociais, isso pode evoluir para um quadro de retração social grave, fazendo com que a pessoa perca oportunidades tanto no campo relacional quanto no profissional e cultural”, alerta Schubert. Isso se evidencia especialmente no mercado de trabalho, onde a proatividade e a comunicatividade são qualidades muito valorizadas. "Vivemos em uma sociedade que tende a valorizar, positivamente, pessoas mais extrovertidas, falantes e que possuem maior facilidade em se expor", explica a psicoterapeuta Sâmara Jorge. O resultado é que uma pessoa tímida tem muito mais dificuldade em conseguir um emprego ou uma promoção - mesmo sendo profissionais competentes. Isso porque têm dificuldade em participar ativamente de reuniões, apresentar seu ponto de vista, fazer críticas e expor opiniões, ou mesmo trabalhar em equipe.
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 16h04
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Você tem medo de falar em público? EDUCAÇÃO EMPRESARIAL palestras e oficinas AQUI ORATÓRIA ||| COMUNICAÇÃO Os dez mandamentos da conversa | Tenha o que dizer Conversar sem matéria-prima pode ser um desastre. A boa conversa é a estruturada: é preciso ter algo a dizer. Um repertório de informações significativo pode ser obtido não só pela leitura, mas por outras fontes, como cinema, teatro, sites e revistas especializadas.
- Para que uma conversa se mantenha, uma questão fundamental é o conhecimento de mundo do que será tratado. Quando tenho argumentos para pôr opiniões em xeque, eu me sinto mais seguro para entrar na roda das conversas, independentemente do contexto de produção delas - explica Carlos Andrade, da UnicSul. Saiba ouvir Saber ouvir é saber doar-se, diz Osório Antônio Cândido da Silva: - Escutar com sincera atenção é habilidade que, em razão do desuso, vem sendo perdida - lamenta o professor de oratória.
Em geral, as pessoas gostam de falar, não de ouvir. Ficam tão centradas no que dizer que nem dão bola a quem interage com elas. Para o consultor Reinaldo Polito, a observação é a melhor forma de manter um diálogo.
- Se houver alguém com vontade de falar, fique na sua e só interfira para valorizar o que está sendo comentado e demonstrar que presta atenção - sugere. Seja significativo Sonde os assuntos que interessam ao interlocutor e os explore. Para Reinaldo Polito, a conversa fluirá melhor se centrarmos o diálogo num ponto em comum.
- Manter um bom diálogo é sinônimo de não falar de si mesmo. As histórias pessoais devem ser contadas apenas como autogozação - aconselha.
Para Carlos Andrade, num "bom papo" o que é dito deve ser importante a quem dele participa, pela qualidade da informação, pelo valor de quem a fornece.
- O diálogo só é propício quando os interlocutores propõem em suas falas questões pertinentes ao assunto de que se está tratando - afirma Andrade.
Esteja pronto para ter iniciativa Se a roda de conversa ficar em silêncio, tome a iniciativa de falar, sugere Reinaldo Polito.
- Não se apresse em contar histórias. Comece com perguntas sobre conquistas e viagens do outro, algo que tenha a função de fazer as pessoas se manifestarem. Se faltar assunto, inspire-se no ambiente e no momento, indica o consultor empresarial Luís Sérgio Lico.
- Se não há nada a falar ou fazer, observe a pessoa, o ambiente e a ocasião, e faça um comentário - afirma.
Colecione pequenas histórias Ter à mente histórias curtas e atraentes pode tornar uma conversa mais interessante. O consultor Reinaldo Polito aconselha que todos guardem a própria "coleção de histórias".
- Procure contá-las para os mais íntimos. Se notar que têm impacto, passe a usá-las em outros ambientes. Mas veja se o contexto é apropriado e a narrativa, útil à discussão.
Não estique "temas curingas" Muita gente acompanha futebol, é capaz de falar sobre o clima e deve ter ouvido a notícia que foi divulgada na TV com insistência. Pela alta probabilidade de formarem o senso comum, "assuntos curingas" são pretextos para iniciar e desenvolver conversas. Cuidado, todavia, para não se alongar demais neles. Têm curto efeito, dão pouca margem à continuidade da conversa e podem estimular o preconceito sarrista, se a pessoa for fanática por algum time, religião ou partido. Adapte o vocabulário ao ouvinte Privilegie o vocabulário do grupo com que interage. Com colegas de trabalho, a linguagem corporativa; entre acadêmicos, algo mais conceitual; com familiares e amigos, cumplicidade. Não use uma variante de linguagem em vez de outra. E busque a variante do idioma adequada. Luís Sérgio Lico sugere atenção redobrada a certas ocorrências linguísticas: rotacismo ("probrema"), pleonasmo ("conviver junto", "encarar de frente"), gerundismo ("vou estar passando o recado"), equívocos de pronúncia ("piula", "enlarguecer", "mulé") e de concordância ("menas"). Não atropele a conversa Um diálogo se desenvolve melhor se nos detemos num tema por mais tempo, em vez de mudarmos de assunto a cada instante.
Busque pular de uma questão a outra só quando sentir que ela se esgotou e não há nada mais a ser dito.
Enquanto fala sobre uma questão, imagine temas oportunos para a sequência, para que o salto entre um e outro não pareça brusco demais.
Evite lançar um comentário sem saber aonde quer chegar com ele.
A hesitação pode interromper o raciocínio de ambos e criar silêncios que não queremos. Não conte vantagem A arrogância pode ter efeito destruidor num bate-papo. Para o consultor Luís Sérgio Lico, é preciso cuidado com respostas que ofendam ou indiquem superioridade.
- Humildade é uma erva fina no tempero, seja da conversa amena até os mais requintados discursos - explica.
Agir com isenção e propriedade pode não garantir a defesa de um ponto de vista, mas inspira respeito, diz o consultor, e valoriza a própria imagem. Discorde sem constranger Não basta tratar temas com propriedade, deve-se adequar o tom ao tipo de ouvinte. Comentários axiomáticos, definitivos ("essa conversinha de médico é um saco", "o brasileiro é corrupto", "detesto quem fala desse jeito"), podem indicar preconceito ou criar referência grosseira para o resto do diálogo: as respostas do ouvinte assumem a rispidez de quem fala com ele.
É preciso cuidado para não fazer generalização desmedida ou impor comparações insustentáveis. Evite contradizer alguém de cara. Elogie um ponto menor da argumentação do outro antes de entrar de sola com uma discordância.
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http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11882 Tipos de conversa | Como conversar em diferentes situações de comunicação cotidiana | Conversa fiada Conversas informais são marcadas por interrupções (quebras de turno conversacional). Há entradas de novas locuções sem que cada falante tenha concluído a sua. Conversas assim são discursos para atender à pura necessidade de aproximação social.
- Mesa de bar, por exemplo, é um perigo. A bebida acaba por deixar a língua mais solta. Por isso, fique atento aos comentários sobre quem não esteja participando da conversa. É melhor ser discreto e evitar riscos - aconselha o consultor Reinaldo Polito. Debate argumentativo Há conversas informais em que o confronto de ideias e argumentos faz repensar o cotidiano e as práticas humanas. Essas são cravadas pelo debate argumentativo, em que os interlocutores procuram não atropelar a vez do outro e argumentar após suas considerações.
No ambiente de trabalho Organizações são entes jurídicos que se manifestam por pessoas que velam por sua cultura interna. É preciso saber qual a cultura local em ambientes monitorados para evitar constrangimento e má interpretação. Para Reinaldo Polito, se um colega sonda sua vida (se quer saber quanto você ganha, tem aplicado ou gastou nas férias), pega-se um tópico da conversa e muda-se de assunto.
- Se a pergunta for sobre gastos da viagem, diga: "Ficamos duas horas no aeroporto sem saber se embarcaríamos. Você já teve atrasos que afetaram a viagem?" Até o interlocutor narrar seu último atraso de voo, a pergunta foi esquecida - diz.
A hora da piada A boa piada pode ser desastrosa se enunciada num contexto inadequado. Por isso, é preciso cuidado redobrado com o humor cáustico ou chulo: nem todo tema permite o escracho e nem todo ouvinte vai interpretá-lo como se deseja.
- Humor é sempre o melhor recurso para tornar uma conversa agradável. Se o nível dos interlocutores for baixo, o humor deve ser explícito, exagerado, para não deixar dúvida de que se trata de brincadeira. Se os interlocutores tiverem bom nível, a brincadeira pode ser subentendida, com uso de ironias finas - explica Reinaldo Polito. |
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 21h30
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fonte: blog do CITADOR
A Beleza Maior é a que não se Vê - Hoje, durante o meu passeio matinal, vi uma linda mulher... Meu Deus, que linda que ela era! (...) - Sério, sr. Spinell? Descreva-ma então. - Não, não posso! Dar-lhe-ia uma imagem imperfeita dela. Ao passar, mal a vi; na verdade, não a vi. Apercebi-me, porém, da sua sombra esfumada, e isso bastou para me excitar a imaginação e guardar dela uma imagem de beleza. Meu Deus, que linda imagem! A mulher do sr. Klöterjahn sorriu. - É essa a sua maneira de olhar para as mulheres bonitas, senhor Spinell? - Sim, minha senhora, é; é muito melhor do que olhá-las fixamente na cara, com uma grosseira avidez da realidade, para no fim ficarmos com uma impressão falsa...
Thomas Mann, in "Tristão"
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 15h53
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fonte: AMIGOS DO LIVRO
Você tem medo de falar em público? EDUCAÇÃO EMPRESARIAL palestras e oficinas AQUI Estudo mostra que apenas 7,5% dos brasileiros compram livros | Folha Online - Efe - 21/11/2009 - Apenas 7,47% da população brasileira compra livros não didáticos e destinam à literatura o equivalente a 0,05% da renda familiar, segundo um estudo divulgado hoje por editores reunidos no Instituto Pró-Livro. O pouco orçamento destinado à leitura se reflete em que 60% dos brasileiros nunca abrem um livro e, quem tem o costume, lê 1,3 obra literária ao ano, segundo o estudo, baseado em dados oficiais. A taxa de leitura no país aumenta para 4,7 exemplares por ano incluindo as obras pedagógicas e didáticas.
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Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 12h08
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| | | . . PeiBufo Níus. . | | |
Pitta (PTB), que administrou São Paulo de 1997 a 2000, morreu em decorrência do tratamento de um câncer no intestino que tratava internado no hospital Sírio-Libanês.
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 09h38
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|||.. LANÇAMENTO.. ||| fonte: AMIGOS DO LIVRO
| O Menino Lula - A história de uma infância sem alegria / Audálio Dantas | Audálio Dantas narra, em texto emocionante, a saga do pequeno retirante que chegou à Presidência da República. O lançamento pela Ediouro acontece em São Paulo, na Livraria da Vila (Alameda Lorena, 1731), dia 28.11.2009, a partir da 11 horas. Uma obra impregnada de emoções reais, onde cada lembrança é lâmina cortante, a quase restauração das dificuldades e sofrimentos da família Silva no agreste pernambucano ou nas bordas de cidades do Sudeste. O livro O Menino Lula, mais do que acrescentar tintas míticas à imagem do Presidente Lula, reconduz Luiz Inácio da Silva aos seus iguais: tantos e tantos nordestinos que ainda hoje nascem e se mantém em vida como a confirmar a existência de milagres.
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Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 18h13
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Quem não se lembra? "versão brasileira, Herbert Richers"
AIRTON SOARES palestras e oficinas AQUI 20/11/2009 - 14h13 Corpo de Herbert Richers é velado no Rio O corpo do produtor de cinema Herbert Richers, que morreu hoje aos 86 anos, está sendo velado na capela 1 do cemitério Memorial do Carmo, no Rio, desde as 14h de hoje. Ouça entrevista com o pai da dublagem no Brasil Herbert Richers produziu "O Assalto ao Trem Pagador"
| Ana Ottoni/Folha Imagem |  | | Herbert Richers em foto de 2000; produtor morreu hoje, aos 86 anos |
O velório ocorre até as 17h e, em seguida, o corpo do produtor segue para um crematório. Richers estava internado desde o último dia 8 e morreu em consequência de um problema renal. Herbert Richers foi responsável por várias produções nacionais nas décadas de 50, 60 e 70. Entre os filmes que produziu está "O Assalto ao Trem Pagador", de 1962. O produtor era amigo pessoal de Walt Disney, que o apresentou ao sistema de dublagens, algo já bastante difundido em Hollywood na época. Os filmes dublados pela empresa são conhecidos pelo anúncio que diz "versão brasileira, Herbert Richers" ao início. Atualmente, a empresa fundada por ele possui um dos maiores estúdios de dublagem da América Latina e é responsável por grande parte dos filmes exibidos em português no país.
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 17h11
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Cicinhando
Eu não uso de branduras com minhas falhas, nem dissimulações cabreiras, antes, encaro-as de frente sem quebrar os espelhos. Quem tem por hábito a justificativa não evolui.
- Exagero?
- Ih! Bota exagero nisso poeta. Pelo que sei e sinto posso até chamá-lo de...
- ... Covarde!
- Isto! Mas se você está fazendo por onde ser merecedor dessa virtude, já é um bom começo. Parabéns! - - - -
Amâncio Sacadela
EDUCAÇÃO EMPRESARIAL palestras e oficinas AQUI
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 13h05
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BOA TARDE
Meg, cara de tatu
Sabia do seu sortilégio e magia. Só não sabia que você estava tão próxima a mim. Por que tardou, se estava escrito e sacramentado nosso encontro? E... aparecer assim de sopetão... Nem tempo tive de varrer a mínima sujeira. Bah! preocupação besta. Nem tapete tenho e mesmo que tivesse. Mais cedo ou mais tarde você iria descobrir. Se é que já não sabia. Tem café, leite e biscoito. Açúcar magro, gosta? - - - Amâncio Sacadela
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 18h00
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BOA TARDE meg
Estive ontem lá. Doce lá. Assim que vi, não titubiei: é aqui! Mas bem que você disse. É de arripunar. Enjoado, saí observando novas possibilidades e matutando acerca do que conversamos... lá. A vida é curta, complexa e nas entrelinhas chega a perturbar ou realmente perturba, já que não sabemos o verdadeiro começo ou fim...
- Meg! Tem horas... dá impressão de que não sou eu quem escreve. Faz um tempão que estou com essa idéia na cabeça. Que é isso, hein?
- Retorne lá. ----- Amâncio Sacadela
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 17h54
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fonte: ESTADÃO -18/11/2009
Fim do fator previdenciário passa em comissão da Câmara e desafia governoRelatório do deputado Arnaldo Faria de Sá é aprovado e embate com aposentados segue agora para o plenário  Pressionada por cerca de 200 aposentados, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou ontem, por unanimidade, o relatório do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) favorável ao fim do fator previdenciário como está previsto no projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS). O embate agora segue para o plenário da Câmara.
Os líderes do governo dizem que o assunto só deve entrar na pauta depois da votação dos projetos do pré-sal. E avisam que o fator só pode acabar se houver um mecanismo alternativo que produza efeito parecido: evitar aposentadorias precoces. Mas a briga não deve ser fácil para o governo.
Os aposentados já avisaram que não querem nenhuma proposta alternativa e ainda pretendem garantir que todas as aposentadorias sejam reajustadas pelo mesmo índice de correção do salário mínimo. Querem também a vinculação do valor do benefício ao número específico de salários mínimos a que correspondiam na data em que foram concedidos.
O governo, no entanto, vai insistir em projeto substitutivo do deputado Pepe Vargas (PT-RS) para não provocar um rombo ainda maior nas contas da Previdência. Esse projeto institui um novo critério de cálculo das aposentadorias: as pessoas só poderiam se aposentar com benefício integral quando a idade, somada ao tempo de contribuição, resultasse em 95 anos (homens), ou 85 (mulheres).
ACORDO
O polêmico relatório de Faria de Sá só foi levado à votação graças a um acordo entre o parlamentar e governo. O relator retirou do texto artigos relacionados à inconstitucionalidade do projeto substitutivo de Pepe Vargas. Com a manobra, mesmo sabendo que os aposentados não querem negociação, o governo pode insistir na aprovação da proposta de Vargas, que é fruto de um acordo feito com algumas centrais sindicais no mês de agosto.
Além disso, o governo quer que os aposentados abram mão de projetos como o que vincula a concessão da aposentadoria a uma quantidade específica de salários mínimos e o concede a todos os aposentados o mesmo reajuste do salário mínimo. Em troca, o governo está disposto a conceder um aumento de 6% para as aposentadorias com valor acima do mínimo em 2010 e 2011 (o que, de acordo com projeção de inflação, resultaria num aumento real de 2,5% por ano).
Segundo Vargas, se o acordo firmado não for cumprido e os projetos que oneram as contas públicas forem aprovados, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai vetar os benefícios concedidos e quem vai sair perdendo é o aposentado. Isso porque existe a possibilidade de se editar uma medida provisória estabelecendo o reajuste. "Hoje, para quem ganha acima do mínimo tem reajuste pelo INPC", comentou Pepe Vargas.
Faria de Sá afirma que não aceitará nenhuma alternativa. "O governo estava tentando passar (empurrar o assunto) com a barriga", afirmou o relator. Apesar de ter retirado de seu relatório, Faria de Sá considera inconstitucional a criação do novo critério de cálculo que considera a idade e os anos de contribuição.
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 16h48
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TEATRO EMPRESARIAL airton.soares.as@gmail.com A FEIRA DE SÃO CRISTOVÃO (Um pedacinho do Nordeste na cidade Maravilhosa) Por Dalinha Catunda O Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, a denominada feira de São Cristovão ou Feira dos Paraiba, como é popularmente conhecida, hoje tem como gestor Marcus Lucenna. Marcus Lucena este cantador e cordelista nordestino, oriundo de Mossoró-RN, não só vestiu a camisa dessa nação nordestina, como botou o chapéu, arregaçou as mangas e muito tem suado para que a feira, acima de tudo, seja um reduto deste povo sofrido, que chega ao Rio de Janeiro para trabalhar e tem a feira como seu lazer preferido. É lá que o saudoso nordestino, mata as saudades de sua terra. Ouvindo um forró pé-de-serra, comendo queijo assado na brasa, comendo baião-de-dois, comprando rapadura, olhando a rede dependurada, tomando uma cachacinha e tirando o gosto com iscas de carne seca. No centro da feira, cantadores fazem seus repentes versejando sobre o ambiente e pessoas que transitam por lá. Um conjunto de forró está lá, sempre avivando as saudades dos que carregam sua terra no coração. Em frente ao palco, independente da idade, os freqüentadores dançam em pleno dia mesmo com o sol a pino. Um carrinho de madeira, transformado em estante, abriga os cordéis de toda parte do país. Os mais vendidos são os que falam de Lampião, o Rei do Cangaço, e os que citam o cantor Luiz Gonzaga, o nosso Rei do Baião. Sem pretensão de entrevistar, apenas num papo informal, estive sexta-feira, 13/11/ 09com Marcus Lucenna que gentilmente respondeu minhas indagações sobre os passos da feira.> Disse-me que: A feira além de abrigar os nordestinos recebe grande numero de turistas brasileiros e estrangeiros. Que hoje a feira prima pela higiene. Numa gestão democrática ele tanto tem trazido o forró pé-de-serra, como o forró eletrônico. Pois há os que se encantam com o sanfoneiro Dominguinhos e os que adoram a banda Calcinha Preta. Como cordelista e membro da ABLC Academia Brasileira de Literatura de Cordel prestigiando sua classe, andou organizando uma interessante exposição de cordel. E entre tantos assuntos, confidenciou-me que está preparando uma grande homenagem para Luiz Gonzaga de dez (10) a treze (13) de dezembro, talvez a maior delas. E já estou convidada. Dia 13 de dezembro é dia de Santa Luzia, dia que nasceu o Gonzagão. Para gerenciar uma feira, como a Feira de São Cristovão o cabra tem de ser macho mesmo e desassombrado, e assim é Marcus Lucenna, que tem sido uma voz nordestina a serviço do seu povo, além de gerenciar a feira ainda comanda o programa “Nação Nordeste” de segunda à sexta das 20h às 21h na Rádio Metropolitana 1.090 AM. Um programa que traz o sotaque e a cultura nordestina. Eu vejo em Marcus Lucenna esse orgulho de ser nordestino, que eu também carrego comigo e gostaria que todos os nordestinos tivessem. Mais uma vez encantei-me com a feira de São Cristovam, fico feliz em ver meu companheiro da ABLC gerenciando nosso reduto e quero agradecê-lo pela simpatia e disponibilidade com que ele me recebeu e aplaudi-lo por ser essa voz incansável clamando pelo Nordeste. Na foto: A secretária de cultura do município Jandira Feghali, o gestor da Feirara de São Cristovão Marcus Lucenna e a cordelista Dalinha Catunda Texto e fotos de Dalinha Catunda>  |
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 14h56
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No tempo das cavernas comentário Por Airton Soares
A escritora Nilze Costa e Silva - de caso pensado - esparrama um rico glossário de "nomes" que marcaram nossa Fortaleza dos anos sessenta.
Senti falta da Mesbla. O natal da Mesbla!
Mas isso não diminui, em nada, o implícito saudosismo costurado por Nilze, através da "tomara-que-cai" e da minissai, indumentárias que ainda hoje acordam em nós impulsos de animalidade.
De um salto, a escritora-poeta, sai da Praça do Ferreira, de Quintino Cunha e Mário Gomes, e nos re +conta o caso da estudante, da UNIBAN - SP, Geisy Arruda.
Texto curto, mas que dá curto-circuito. Assanha nosso juízo para repensarmos os nossos anos des + "dourados"; o preconceito contra as mulheres e a BIOlência nossa de cada dia. Parabéns Nilze Costa e Silva
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 14h06
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Artigo - Jornal O Povo No tempo das cavernas Nilze Costa e Silva 17 Nov 2009
Bonita e sensual, ela caminhava com sua minissaia e uma blusa tomara-que-caia pela Praça do Ferreira. De repente, uma multidão de homens e mulheres de várias idades começou a xingá-la de prostituta, desavergonhada, assanhada. As vaias se multiplicavam a cada passo que dava. Ela não entendia bem o que acontecia a sua volta. Tudo começara com assobios e ela até se envaidecera. Afinal, a moda da minissaia, inventada por uma inglesa chamada Mary Quant nos anos 60, já era bastante usada no Rio de Janeiro, de onde viera em férias a Fortaleza.
A blusa tomara que caia era um modelo comum nos vestidos do séc. XIX e sempre alimentara a vaidade feminina. O que estava acontecendo com o povo dessa cidade? Parecia história do tempo das cavernas... Acossada pela multidão, a jovem apressou o passo em direção ao cine São Luis, que estava fechado na hora, e buscou guarida na Loja Flama. Lá foi protegida pelo Cosme & Damião, dupla de policiais que faziam ronda na época. Essa história me foi contada por uma amiga que assistiu a cena horrorizada com o comportamento retrógrado dos passantes da Praça do Ferreira, em 1961.
Quase meio século depois, no país da liberalidade, da praia e do carnaval, a cena se repete, desta vez numa universidade. A estudante de turismo Geisy Arruda, foi brutalmente hostilizada por alunos da Uniban, em São Paulo, no dia 22/10/09, por ter usado um vestido curto e provocante. Precisou de proteção da polícia para deixar o prédio, aos prantos.
Não foi à toa que o Brasil caiu nove posições no ranking de igualdade de gênero, divulgado em 28/10/09, pelo Fórum Econômico Mundial. O país ocupa agora a 82ª colocação. O resultado se explica por fatos como esses. São cenas explícitas de desrespeito e violência contra a mulher.
Nilze Costa e Silva - Escritora nilzecosta@terra.com.br
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 14h04
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Sobre: UMA BURCA PARA GEISY - Miguezim de Princesa Lilian Ramos já mostrou ao lado de um presidente Juliana Paz também mostrou e agradou muita gente! Mas pobre é uma desgraça nem o priquito tem graça Será que é diferente? [ Dalinha Catunda ] Num tem nada diferente Só o que muda é o tamanho, Mas o que agrada mesmo a gente Digo aqui e num me acanho É o rebolado do “ente” Perfumoso após o banho [ Airton Soares ] Nem com todo rebolado O que conta é o tesão Eita povinho enrolado Alunos ou figuras de cão? Um bando de recalcado É só zero no provão Tem mais que ser reprovado Por rejeitar um bichão. [ Rita Silveira ] >
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 14h44
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TEATRO EMPRESARIAL airton.soares.as@gmail.com UMA BURCA PARA GEISY Miguezim de Princesa
I Quando Geisy apareceu Balançando o mucumbu Na Faculdade Uniban, Foi o maior sururu: Teve reza e ladainha; Não sabia que uma calcinha Causava tanto rebu.
II Trajava um mini-vestido, Arrochado e cor de rosa; Perfumada de extrato, Toda ancha e toda prosa, Pensou que estava abafando E ia ter rapaz gritando: "Arrocha a tampa, gostosa!"
III Mas Geisy se enganou, O paulista é acanhado: Quando vê lance de perna, Fica logo indignado. Os motivos eu não sei, Mas pra passeata gay Vai todo mundo animado!
IV Ainda na escadaria, Só se ouvia a estudantada Dando urros, dando gritos, Colérica e indignada Como quem vai para a luta, Chamando-a de prostituta E de mulherzinha safada.
V Geisy ficou acuada, Num canto, triste a chorar, Procurou um agasalho Para cobrir o lugar, Quando um rapaz inocente Disse: "oh troço mais indecente, Acho que vou desmaiar!"
VI A Faculdade Uniban, Que está em último lugar Nas provas que o MEC faz, Quis logo se destacar: Decidiu no mesmo instante Expulsar a estudante Do seu quadro regular.
VII Totalmente escorraçada, Sem ter mais onde estudar, Geisy precisa de ajuda Para a vida retomar, Mas na novela das oito É um tal de molhar biscoito E ninguém pra reclamar.
VIII O fato repercutiu De Paris até Omã. Soube que Ahmadinejad Festejou lá no Irã, Foi uma festa de arromba Com direito a carro-bomba Da milícia Talibã.
IX E o rico Osama Bin Laden, Agradecendo a Alá, Nas montanhas cazaquistãs Onde foi se homiziar Com uma cigana turca, Mandou fazer uma burca Para a brasileira usar.
X Fica pra Geisy a lição Desse poeta matuto: Proteja seu bom guardado Da cólera dos impolutos, Guarde bem o tacacá E só resolva mostrar A quem gosta do produto.
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 17h04
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jornal O REBATE
Ano III, Nº 195 - 13 a 20 de novembro de 2009 |  As terras aráveis estão cada vez mais concentradas em poder das transnacionais do setor alimentício, a despeito da hipocrisia e ineficácia que marcam o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas e das Ongs que falam em "segurança alimentar" e correm atrás de fundos emergenciais ao mesmo tempo em que são financiadas pelos Estados burgueses, maiores amigos dos latifúndios. Enquanto isso, a chamada "crise alimentar" se agrava. |
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Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 13h12
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Recebi e agra ..................... de .............................ço Com as oiça ligada E o faro fumaçano Esta poeta prendada Vai dançano e cantano, Afora pela estrada, Verso sagrado e profano. [ AS ]
A cordelista Ipueirense (Ceará) Dalinha Catunda, comenta minha poesia vida e morte... NICOTINA dalinhaac@gmail.com [www.cantinhodadalinha.blogspot.com] No fumo não vejo graça Meu estimado amigo, O fumo é mesmo cruel Leva todos pro buraco Independente do papel.
No fumo não vejo graça Apenas atrai desgraça Que amarga como fel. Fumante não sabe o que faz Se sabe não quer saber. E acaba levando fumo Pois sua sina é morrer. No fumo não vejo graça Apenas atrai desgraça Você está feio de Saber! [ Dalinha Catunda ]
Escrito por airton.soares.as@gmail.com �s 11h57
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vida e morte...NICOTINA
Por Airton Soares
Mesmo que você tenha Um pulmão de Tarzan E... pitar pra Jane é chique Sem isso não tem elã Prestenção e ciente fique Fuja logo desse "fã" que leva você a pique Tal qual a Mara Manzan
Escrito por Airton Soares �s 13h33
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13/11/2009 - 10h07 Atriz Mara Manzan morre aos 57 anos no Rio A atriz Mara Manzan, 57, morreu nesta sexta-feira no Rio de Janeiro, no Hospital Rios D'or. Ela estava internada desde o dia 6 deste mês em decorrência de um câncer de pulmão. Artistas lamentam morte da atriz Mara Manzan Mara Manzan ganhou projeção com papéis cômicos Relembre os principais trabalhos da atriz na TV Veja galeria de fotos de Mara Manzan Cigarro causa 90% dos casos de câncer de pulmão | Márcio de Souza/TV Globo |  | | Atriz Mara Manzan, que morreu aos 57 anos por conta de um câncer de pulmão |
O último trabalho da atriz na televisão foi a novela "Caminho das Índias", como a personagem Ashima, uma viúva indiana que abriu uma pastelaria no Rio de Janeiro. Mara Manzan chegou a se afastar das gravações por conta do tratamento, mas voltou na reta final da trama. Em abril de 2008, a atriz passou por uma cirurgia para retirar um tumor maligno no pulmão. À época, a atriz deixou o elenco da novela "Duas Caras", de Aguinaldo Silva, na qual interpretava a personagem Amara, madrasta de Bernardinho. No último texto publicado em seu blog, no dia 5 de outubro, a atriz disse que estava "num momento muito feliz" de sua vida. "Graças a Deus estou me sentindo cada dia melhor, cheia de vontade de trabalhar", disse. "Hoje eu posso dizer que valorizo muito mais a vida, quero morrer bem velhinha, se possível ver meus netos grandes, quem sabe ser uma bisa bem animada, sempre trabalhando e trazendo alegria no coração pros meus queridos fãs que estiveram todo o tempo do meu lado me dando força, me ajudando sempre a confiar."
Escrito por Airton Soares �s 13h03
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O FILANTE DE JORNALSua evolução natural em 7 etapas: - Ele lê o jornal através de seu ombro.
- Pede o jornal só para dar uma espiada no horóscopo.
- Ele usa o seu jornal dobrado para matar uma mosca.
- Pede licença para retirar um cupom de sorteio do jornal.
- Ele leva o seu jornal para a casa, mas o devolve no dia seguinte.
- Idem, sem devolver o jornal.
- Ele tenta matar você usando o seu jornal dobrado.
Aproveitando o cabimento: Por mais que se endeuse a televisão, ela jamais substituirá um jornal.... Ninguém será capaz de matar uma mosca com ela. [ Li por Aí] fonte: blog do Dr. Paulo Gurgel Pra lá de bom! Clique AQUI
Escrito por Airton Soares �s 12h03
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CUIDE BEM DO SEU JARDIM
Por Airton Soares
- - - - -- - - - - - - - - - - - -- - - - - - - - - - - - - - Um livro pode ser nosso sem nos pertencer. Só um livro lido nos pertence realmente. = = = = = = = = = = = = = = = = = = Eno Teodoro Wanke
Ao ler a frase acima [ Meditem o que eles disseram. - jP – LV 041109 ], incontinenti, lembrei-me desta: “QUANDO MAIS ALGUÉM CUIDA DE SEU JARDIM , MENOS ELE LHE PERTENCE.”
Só há sentimento de pertença se houver a prática do conhecer. Ter conhecimento é saber que a “coisa” meramente... existe. Conhecer é diferente: é saber porque essa “coisa” existe e extrair dela novas experiências de “jardinagem”.
Quanto mais a “empregada” [ tecnologia!] cuidar sozinha da nossa morada, maior será a distância de nós mesmos.
É verdade que os objetos, e as ferramentas que nos cercam são a extensão do nosso corpo e, como tal, impregnada de apego e simbologia, no entanto, não dê vida a essa extensão. Dê-lhe sentido!
Plantemos com sabedoria o grão do conhecimento.
Jardinemo-nos enquanto o sol brilha. A noite é longa!
Escrito por Airton Soares �s 15h24
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fiapos de CONVERSAS
Por Airton Soares ::: ANSELMO DA ARTE – 89 anos aqui. Anselmo Duarte / foto UOL
• `palma´ pra ele! • chegada: 21/04/1920 • partida: 07/11/2009
Anselmo Duarte foi o único cineasta brasileiro a ganhar a Palma de Ouro no Festival de Cannes, em 1962, por "O PAGADOR DE PROMESSAS". Baseado no texto teatral de Dias Gomes.
::: CORDA NO PESCOÇO
Estrangeiros colocam a corda no pescoço brasileiro, e quem tem que agir finge não ver. “Cegos” não veem mesmo... Olhe esta manchete: Estrangeiros avançam no álcool brasileiro. Multinacionais adquirem grandes usinas do setor sucroenergético e já têm 20% da produção nacional. Quando abrirmos os olhos... [ Luiz Carlos Prates- Diário Catarinense - 051109 ]
::: ESPERTEZA
“E não adianta falar mal dos políticos se não fazemos a nossa parte. O recado de hoje vai para os taxistas, não todos, claro, mas os que arredondam o valor da corrida a maior, ficando com o troco que por direito é do cliente. Afinal, não é certo o passageiro ter que discutir para ter seu troco correto.”
notAS: faço assim: quando percebo que o valor da corrida vai dar “quebrado”, desço uma ou duas quadras antes. Evito aborrecimento e... economizo! . .
Malandro é o pato, que já nasce com os dedos colados para não usar aliança" Zeca pagodinho [ Hoje no DN, coluna É do Neno Cavalcante ]
::: CAFÉ e FILOSOFIA
Gratuito! Vagas limitadas! ::: Todas as quintas de novembro, debates e leitura crítica da realidade sob a luz da filosofia com professores e filósofos especialistas.
notAS: • Aqui você tem a oportunidade de debater a filosofia prática do dia-a-dia;
• Os professores estão orientados para nos repassar conceitos filosóficos sem muito teor acadêmico;
• Recomendo!
12/11 Próximo tema: "O MUNDO COMO VONTADE E REPRESENTAÇÃO - O belo e o medo em Shopenhauer"
Com apresentação da Profa. Amanada Melo (Filósofa e Mestranda em Filosofia - UECE).
No Auditório SESC Centro -1º ANDAR Rua 24 de maio, 692 – Centro Horário: 18h às 21h Informações: 3455 2114 – 3455 2115 FORTALEZA- CEARÁ - - - - AS
Escrito por Airton Soares �s 20h43
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última fonte: blog ANTENA PARANÓICA
Humor as 4 fases líquidas do homem
via: Biboz.net
Escrito por Airton Soares �s 16h37
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TOMATES COZIDOS SÃO MAIS SAUDÁVEIS
Por Airton Soares
Se você ainda num sabe Pois fique logo sabeno Que o tomate bem cozido Contém muito mais licopeno.
• O nível de licopeno aumenta em 35% depois que o tomate é cozido; • A substância é conhecida por sua função antioxidante; • Protege o corpo contra os danos causados pelos radicais livres; • Age [a substância ] eficazmente na prevenção do câncer.
Já que o recado foi dado Deixo aqui meu arremate Use e abuse caro amigo Das sopinhas de tomate.
Escrito por Airton Soares �s 11h15
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fonte: AMIGOS DO LIVRO
| Moacyr Scliar ganha Prêmio Jabuti por melhor ficção do ano | Estadão - 04.11.2009 - O livro "Manual da Paixão Solitária", do escritor gaúcho Moacyr Scliar, recebeu na noite de quarta-feira, 4, o Prêmio Jabuti de melhor obra de ficção do ano, em cerimônia realizada na Sala São Paulo. A obra, editada pela Companhia das Letras, também foi escolhida como a melhor na categoria romance. É o terceiro Jabuti ganho por Scliar, vencedor em 1993 na categoria romance com "Sonhos Tropicais" e em 1998 na categoria contos com "O Olho Enigmático". O livro de não-ficção ganhador do prêmio deste ano foi "Monteiro Lobato: Livro a Livro", de Marisa Lajolo e João Luís Ceccantini, editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e Editora Unesp. | |
Escrito por Airton Soares �s 14h16
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